O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, afirmou nesta terça-feira (3) que a construção do novo CAPS Acolher, no Aluízio Campos, contou com recursos da Prefeitura e do Governo Federal. Segundo o gestor, os investimentos foram divididos praticamente pela metade entre as duas esferas.
Durante a inauguração da unidade, Bruno explicou que a implantação do serviço enfrentou dificuldades devido à quantidade de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) já existentes no município.
De acordo com o prefeito, Campina Grande já possuía, antes da nova unidade, a maior quantidade de CAPS por habitante do Brasil, o que dificultou o processo de credenciamento de mais um equipamento junto ao Governo Federal.
Bruno destacou que as equipes técnicas da Secretaria Municipal de Saúde precisaram realizar viagens a Brasília para viabilizar a implantação do serviço. Ele citou a atuação da secretária executiva de Saúde Mental, Lívia Sales, durante as articulações.
Segundo o gestor, após a liberação de parte dos recursos federais, a Prefeitura constatou que o valor não seria suficiente para atender às necessidades da estrutura planejada. Por isso, decidiu complementar o investimento com recursos próprios do município.
“Essa é uma obra que tem dupla participação. Há recursos do Governo Federal e há recursos da Prefeitura Municipal de Campina Grande”, afirmou.
O prefeito também ressaltou a importância da nova unidade para ampliar a assistência às pessoas que enfrentam problemas relacionados à saúde mental, incluindo crianças, pacientes com depressão e pessoas com dependência de álcool e outras drogas.
Para Bruno, a entrega representa mais do que a construção de um equipamento público, por oferecer acolhimento e acompanhamento especializado a quem necessita de assistência.
Com a inauguração do CAPS Acolher do Aluízio Campos, Campina Grande passa a contar com nove unidades da rede municipal de atenção psicossocial.



































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