Desemprego recua para 5,2% no terceiro trimestre, aponta IBGE

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Desemprego recua para 5,2% no terceiro trimestre, aponta IBGE
Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil
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A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, o menor percentual registrado para o período desde 2012. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

No segundo trimestre deste ano, a taxa de desemprego havia sido de 5,4%. Na comparação com o terceiro trimestre de 2025, quando o índice estava em 5,6%, também houve redução.

A população desocupada somou 5,6 milhões de pessoas entre julho e setembro. O número representa queda de 4% em relação ao trimestre encerrado em junho, quando havia 5,9 milhões de desempregados. Na comparação anual, a redução foi de 6,9%, o equivalente a 417 mil pessoas a menos em busca de trabalho.

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O número de pessoas ocupadas chegou a 103,6 milhões, o maior da série histórica. Houve aumento de 0,6% no trimestre, com 581 mil pessoas a mais trabalhando, e de 1,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, o que corresponde a 1,2 milhão de ocupados adicionais.

O nível da ocupação, que mede a proporção de pessoas ocupadas entre a população em idade de trabalhar, também atingiu recorde, chegando a 59%. O indicador avançou 0,2 ponto percentual ante o trimestre anterior, quando estava em 58,8%, e ficou estável na comparação com o terceiro trimestre de 2025, que registrou 58,7%.

A taxa de informalidade foi de 37,5% da população ocupada, o equivalente a 38,8 milhões de trabalhadores informais. O percentual ficou próximo dos 37,4% registrados no trimestre anterior, quando havia 38,6 milhões de informais, e abaixo dos 37,8% observados um ano antes, com 38,7 milhões.

O rendimento real habitual de todos os trabalhos foi estimado em R$ 3.790. O valor permaneceu estável na comparação trimestral e cresceu 3,6% em relação ao terceiro trimestre de 2025, com aumento de R$ 131.

Já a massa de rendimento real habitual alcançou R$ 387,5 bilhões, também o maior resultado da série histórica. O total cresceu 1,5% no trimestre, alta de R$ 5,6 bilhões, e 4,7% no ano, aumento de R$ 17,5 bilhões.

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