Coordenador jurídico desmente informações falsas sobre Aije contra Bruno Cunha Lima

Compartilhar
Compartilhar

Em entrevista na noite desta segunda-feira, 10, o coordenador jurídico da campanha do prefeito eleito de Campina Grande, Rodrigo Rabello, rebateu as informações distorcidas, veiculadas por parte da imprensa paraibana sobre a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) movida contra Bruno Cunha Lima (União Brasil).

A ação, que foi julgada improcedente pelo juiz de primeiro grau da 16ª Zona Eleitoral, por falta de provas, diz respeito a supostas irregularidades na contratação de pessoal na Prefeitura de Campina Grande durante o período eleitoral de 2024. Seguindo o ritmo processual, o TRE-PB apenas recebeu o recurso para posterior julgamento do mérito, explicou Rodrigo Rabello.

“O TRE-PB não acatou a ação. O recurso foi admitido para análise, mas o mérito ainda será julgado. A notícia veiculada gerou uma falsa impressão de que a ação teria sido validada, o que não é verdade”, afirmou Rodrigo Rabello.

- PUBLICIDADE -

Ainda sobre o assunto, o coordenador jurídico da campanha de Bruno esclareceu que a defesa já comprovou, no decorrer do processo, que as contratações ocorreram antes do período vedado e foram realizadas para atender à expansão dos serviços públicos, o que enfraquece a acusação central da Aije, reforçando que a alegação de 10 mil contratações em 2024 é completamente falsa. “Foram poucas contratações, todas justificadas e dentro da lei”, explicou o coordenador jurídico.

Ministério Público e juiz de primeiro grau já se manifestaram

Rodrigo Rabello lembrou ainda que a defesa de Bruno Cunha Lima destacou que o Ministério Público Eleitoral da 16ª Zona Eleitoral já se manifestou no sentido de que não houve abuso de poder político, econômico ou captação ilícita de sufrágio. O juiz de primeiro grau também julgou a ação improcedente, por falta de provas.

“O Ministério Público e o juiz de primeiro grau já entenderam que não há provas de irregularidades. As contratações foram regulares e necessárias, e não há qualquer fundamento para a cassação da chapa eleita”, reforçou Rabello.

Compartilhar
Leia Também
MTE recebe 4,3 mil denúncias de assédio eleitoral em três dias

MTE recebe 4,3 mil denúncias de assédio eleitoral em três dias

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) recebeu aproximadamente 4,3 mil denúncias...

Aluno de 17 anos é ameaçado de morte por opção política no DF

Aluno de 17 anos é ameaçado de morte por opção política no DF

Um estudante de 17 anos foi ameaçado de morte em um grupo...

Estudantes relatam agressões políticas em escolas após eleição presidencial

Estudantes relatam agressões políticas em escolas após eleição presidencial

Estudantes de diferentes regiões do país relataram agressões, perseguições e ofensas relacionadas...

Ação popular pede suspensão de salário e verbas de Flávio Bolsonaro

Ação popular pede suspensão de salário e verbas de Flávio Bolsonaro

Dois advogados ingressaram, na sexta-feira (31), com uma ação popular na Justiça...