RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – No ar em “Mulheres Apaixonadas” como o músico Téo e em “Terra e Paixão” como o produtor rural Antônio La Selva, Tony Ramos vai poder pedir uma música no Fantástico. A partir do próximo dia 27, ele estreia em dose tripla na Globo com o retorno de “Paraíso Tropical”, no Vale a Pena Ver de Novo. Na trama de Gilberto Braga (1945-2021) e Ricardo Linhares, o ator interpreta um empresário bem diferente dos seus dois trabalhos no ar: Antenor Cavalcanti.
Tony descreve Cavalcanti como ‘dominador’ e diz que o personagem de 16 anos atrás é movido pela ambição, assim como um dos papéis centrais da obra atual de Walcyr Carrasco, no horário nobre da emissora. Mas, ele destaca a diferença na forma de desejo e ganância. “Antenor não mandava matar, não tinha essa obsessão pelo poder da forma que o Antônio La Selva tem. Então, eles são bem diferentes, mas, ao mesmo tempo, são muito ricos como personagens”, comenta.
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Ele também lembra com carinho do elenco (Alessandra Negrini, Wagner Moura, Camila Pitanga, Renée de Vielmond, Maria Fernanda Cândido, Vera Holtz, Otávio Müller, Fábio Assunção, entre outros) e do bom clima nos bastidores.
“O importante sempre era o humor, lembro as cenas que eu tinha com o [Hugo] Carvana, por exemplo”, começa Tony. “De maneira geral, os bastidores das cenas eram fantásticos, porque havia muito humor, mas bastante concentração e disciplina. Era um prazer muito grande”.
Conhecido por sua gentileza com os companheiros de trabalho, ele também destacou o texto e a parceria com Gilberto Braga. O próprio autor foi quem o convidou para produção. “O convite para fazer o Antenor surgiu do próprio Gilberto Braga e não fiquei com uma preparação muito determinada para fazer aquele rico empresário. Fiquei mais antenado e no próprio texto porque era tão claro e tão transparente que, por si só, já te ajudava na pesquisa”, comentou.
Por fim, Tony Ramos elogia e diz que se sente feliz com a reprise de “Paraíso Tropical”. O ator espera que uma geração que ainda não assistiu a trama, que ele considera uma das mais interessantes dos últimos tempos, não perca essa oportunidade. “Imagine um jovem de 25 anos que à época tinha oito, nove anos de idade e agora pode rever ou pela primeira vez assistir. E afirmo: assistirá a uma grande e das maiores novelas da TV brasileira”.
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