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TSE testa sistemas eleitorais e emite zerézima antes do primeiro turno

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TSE testa sistemas eleitorais e emite zerézima antes do primeiro turno
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou neste sábado (3), em Brasília, o teste final dos sistemas que serão utilizados no primeiro turno das Eleições 2026, marcado para domingo (4). Durante a cerimônia na sede da Corte, foi emitida a zerézima, relatório que comprova a inexistência de votos registrados antes do início da votação.

O procedimento faz parte das medidas de verificação da integridade e da autenticidade dos sistemas eleitorais. A conferência busca assegurar que os programas instalados no TSE correspondem aos mesmos arquivos que foram submetidos à assinatura digital e ao processo de lacração pela Justiça Eleitoral.

De acordo com o tribunal, foram examinados quatro sistemas: Transportador Web, Receptor de Arquivos de Urna, Informação de Arquivos de Urna e Sistema de Gerenciamento da Totalização (Sistot). Essas plataformas participam do recebimento, do processamento e da totalização dos dados enviados pelas urnas eletrônicas.

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“Esses testes asseguram que os sistemas que estão instalados no TSE são os sistemas que foram assinados digitalmente na Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas. Portanto, são os sistemas que foram efetivamente inspecionados durante todo o ano”, afirmou o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente.

A zerézima também é emitida nas seções eleitorais antes da abertura da votação. Nesse caso, o documento serve para registrar que a urna eletrônica está preparada para receber os votos e não contém registros anteriores.

Para fazer a conferência, a Justiça Eleitoral utiliza assinaturas digitais e hashes, conhecidos como resumos digitais. Segundo o TSE, esses códigos funcionam como identificadores únicos de sistemas e arquivos.

Júlio Valente explicou que qualquer alteração em um arquivo, mesmo mínima, modifica o resumo digital correspondente. Com isso, a comparação permite verificar se o conteúdo examinado permanece igual ao arquivo originalmente validado e lacrado pela Justiça Eleitoral.

A checagem realizada na sede do TSE antecede a abertura das urnas em todo o país e integra os procedimentos de segurança e transparência previstos para o processo eleitoral.

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