Polícia Civil prende suspeito de tráfico que ostentava armas e desafiava a polícia em CG

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Foto: Divulgação
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A Delegacia de Repressão ao Entorpecente (DRE) da Paraíba prendeu, na manhã desta quinta-feira (15), um jovem suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas no bairro Presidente Médici, em Campina Grande. A prisão é resultado de uma investigação iniciada após a Polícia Civil receber diversas informações por meio de grupos de WhatsApp.

De acordo com o delegado Afrânio Brito, o investigado tentava se apresentar como uma espécie de “patrão do tráfico” na localidade, utilizando as redes sociais para ostentar armas de fogo, demonstrar poder e fazer apologia à violência. Além disso, ele também estaria envolvido na prática de assaltos.

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Diante das denúncias, a equipe da DRE passou a monitorar o suspeito, realizando um acompanhamento contínuo por cerca de uma semana. Durante a ação, os policiais flagraram o momento em que ele entregava uma quantidade de droga a outro homem, apontado como alguém que atuava como um tipo de assessor. Segundo o delegado, há indícios de que esse segundo envolvido possua deficiência mental.

No momento da abordagem, o suspeito reagiu à prisão, mas foi contido e preso. Ele foi conduzido à delegacia e deverá passar por audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça pelo crime de tráfico de drogas.

Além da apreensão do entorpecente, os policiais também recolheram uma motocicleta de alto valor. Conforme destacou Afrânio Brito, o bem é incompatível com a condição financeira do suspeito, que não possui emprego formal e afirmava viver de trabalhos informais, o que reforça os indícios de que ele obtinha renda a partir de atividades ilícitas.

Outro fator que chamou a atenção da polícia foi o comportamento do investigado nas redes sociais. Em postagens, ele aparecia exibindo armas e chegou a desafiar diretamente a Polícia Civil e a DRE da Paraíba, afirmando que não seria preso. As declarações chegaram ao conhecimento da delegacia por meio de informações repassadas por terceiros.

Segundo o delegado Afrânio Brito, o caso demonstra que qualquer pessoa envolvida em práticas criminosas será responsabilizada. “Quem estiver fazendo errado e tiver informações chegando à polícia, será preso, como aconteceu neste caso”, afirmou.

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