Em um vídeo publicado nas redes sociais neste sábado (30), o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, falou sobre a situação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2024, que não foi votada pela Câmara Municipal.
Segundo ele, houve uma tentativa de obstruir a votação da LOA por parte de alguns vereadores da oposição, que questionaram o artigo 6º do projeto, que permite ao Executivo fazer suplementações orçamentárias de até 30% do total previsto, por meio de decreto.
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Ele afirmou que essa autorização é legal e já é usada há anos em Campina Grande. “Isso não é novidade alguma. Esta autorização é permitida pela lei brasileira e este percentual é adotado em Campina há anos. Em outras cidades, as suplementações chegam a 50%. No fundo, esta não é a razão. Sabemos!”, disse.
Para ele, o verdadeiro motivo da não votação da LOA está relacionado a outros interesses políticos, que ele não quis revelar. “Na verdade, o debate real gira em torno de outros assuntos que em outra oportunidade (e outra postagem) podemos abordar. Mas, espero que esta questão da Lei Orçamentária já tenha sido resolvida antes que isso se faça necessário”, afirmou.
Bruno contou que convidou os vereadores de oposição para uma reunião na casa do ex-senador Ivandro Cunha Lima, na noite de sexta-feira (29), logo após a sessão da Câmara, mas que alguns não compareceram. “Convidei os vereadores para irem à casa de Ivandro como um gesto de respeito e civilidade, afinal, se quisesse “brigar” não abriria a porta de casa”, disse.
Ele reiterou o convite para um novo encontro, desta vez no seu gabinete, na terça-feira (02), às 10h da manhã.




