Morre Amaral, ídolo do Guarani e zagueiro da seleção na Copa de 1978

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Morreu nesta sexta-feira (31) Amaral, ex-zagueiro da seleção da brasileira e ídolo do Guarani, aos 69 anos. O jogador lutava contra um câncer.
Revelado pelo clube de campinas aos 15 anos, o defensor teve importante passagem pela seção brasileira na década de 1970 e defendeu o Brasil na Copa do Mundo de 1978, na Argentina.

Em nota, o time campineiro lamentou a morte do zagueiro. “Nosso ídolo Amaral nos deixou nesta sexta-feira (31), mas estará para sempre eternizado no coração da família bugrina e dos amantes do futebol, sobretudo os que tiveram a sorte de vê-lo desfilar em campo”, escreveu o clube me nota oficial.

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“Descanse em paz, Amaral, ou Feijão, como era carinhosamente chamado”, acrescentou o Guarani.

Além do time campineiro, ele passou por Corinthians, Santos, América (MEX) e Universidad Guadalajara (MEX).

Pela seleção brasileira, Amaral disputou 56 jogos entre amistosos, Copa América, Eliminatórias e a Copa do Mundo de 1978. O zagueiro ficou marcado por salvar um gol da Espanha em cima da linha no Mundial de 1978.

O lance ajudou na manutenção do empate por 0 a 0 e foi importante no avanço à fase final daquela Copa, em que o Brasil acabaria na terceira posição.

Sua última partida pela seleção foi em 29 de junho de 1980 em um empate em 1 a 1 do Brasil contra a Polônia.

Ao todo, de acordo com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o zagueiro registrou 39 vitórias, 13 empates e apenas quatro derrotas pelo Brasil. Não marcou nenhum gol, mas levantou cinco troféus de campeão: Taça do Atlântico, Copa Roca, Copa Rio Branco, Taça Oswaldo Cruz e Torneio Bicentenário, todos em 1976.

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