Caso Braiscompany: audiências são encerradas e cresce expectativa para prisão de donos

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Foto: Reprodução
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As audiências de instrução do caso Braiscompany, realizadas pela 4ª Vara Federal de Campina Grande, foram finalizadas nesta quarta-feira (22). Ao longo de sete dias foram ouvidas testemunhas de defesa e acusação no processo movido pelo Ministério Público Federal (MPF). 

São investigados crimes contra o sistema financeiro na ordem de mais de R$ 1,5 bilhão. A reportagem apurou que ao longo das audiências de instrução diversas pessoas foram dispensadas pela defesa dos réus. Os réus neste processo são 13 pessoas.

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Entre elas estão os donos da Braiscompany, Antônio Inácio da Silva Neto Ais e Fabrícia Farias Campos Ais. 

As outras são: Fernanda Farias Campos, Flávia Farias Campos, Clélio Fernando Cabral do Ó, Mizael Moreira Silva, Victor Hugo Lima Duarte, Felipe Guilherme Silva Souza, Gesana Rayane Silva, Deyverson Rocha Serafim, Sabrina Mikaelle Lacerda Lima e Fabiano Gomes da Silva. 

Próximos passos

De acordo com a Justiça Federal, o próximo passo sobre o processo é ir para julgamento e posteriormente a sentença. Até o momento não há previsão de quando o caso deverá ser julgado pela 4ª Vara Federal de Campina Grande. 

Processo desmembrado

A informação de que como os proprietários da empresa, Antônio Neto Ais e Fabrícia Ais, estão foragidos o processo contra eles foi desmembrado, sendo ouvidos ao longo da audiência de instrução deste mês os outros réus além da acusação. 

Relembre o caso Braiscompany

A empresa Braiscompany é acusada de ter movimentado ao longo de quatro anos mais de R$ 1,5 bilhão com o mercado de criptomoedas, utilizando-se para isso de um esquema de pirâmide financeira. 

Em fevereiro deste ano, uma operação da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), denominada de ‘Halving', culminou com diversos mandados de busca, apreensão e prisão em locais como Campina Grande, João Pessoa e São Paulo. 

ClickPB

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