SUS ganha neste mês teleatendimento para mulheres expostas à violência

Compartilhar
© Fernando Frazão/Agência Brasil
Compartilhar
- PUBLICIDADE -

Mulheres expostas à violência ou em vulnerabilidade psicossocial que vivem no Recife e no Rio de Janeiro terão acesso a teleatendimento em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir deste mês. O cronograma do Ministério da Saúde prevê que, em maio, a ação chegará a cidades com mais de 150 mil habitantes e, em junho, ao restante do país.

Siga nossos perfis no Instagram @blogandersonsouza@blogdoandersonsouza 

Em nota, a pasta informou que estão previstos 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos ao ano, por meio de parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Para ter acesso ao serviço, as mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas por unidades da atenção primária à saúde, unidades básicas de saúde (UBS) e serviços da rede de proteção.

Também será possível buscar o atendimento diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, por meio de um mini app previsto para começar a funcionar no fim do mês.

Na plataforma, a mulher fará um cadastro para avaliação inicial da situação de violência e, a partir dessas informações, o aplicativo enviará uma mensagem com o dia e o horário do teleatendimento.

A primeira consulta, segundo o ministério, identificará riscos, rede de apoio e demandas, com articulação junto a serviços de referência.

“A gente lançou esta semana o teleatendimento como suporte para pessoas que já estão em situação de compulsão por jogos eletrônicos. E a gente vai construir o mesmo modelo, mas com arranjos diferentes na relação com a atenção primária em saúde e na pactuação com estados e municípios”, detalhou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

“Ofertar esse teleatendimento com psiquiatra, psicólogo, assistente social e, em algumas situações, com terapeuta ocupacional para mulheres – não só aquelas que já foram vítimas de violência, mas àquelas que estão sinalizando ou que estão em extrema vulnerabilidade”, completou.

Fonte: Agência Brasil

- PUBLICIDADE -
Compartilhar
Leia Também

Goiás tem 42% dos casos de síndrome respiratória até 2 anos de idade

O estado de Goiás decretou, nesta semana, situação de emergência de saúde...

Anvisa discute norma para manipulação de canetas emagrecedoras

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute, no...

Fiocruz e Ministério das Cidades lançam editais unindo cultura e saúde

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Ministério das Cidades lançaram nesta...

Dia Mundial da Hemofilia: campanha reforça importância do diagnóstico

No Dia Mundial da Hemofilia, lembrado nesta sexta-feira (17), a Federação Mundial...