Estado do Rio tem mais três casos suspeitos de intoxicação por metanol

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© Divulgação Polícia civil/RJ
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A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro recebeu notificações de mais três casos suspeitos de intoxicação por metanol, nas cidades de Cantagalo, Cabo Frio e Volta Redonda. Os casos se somam ao de São Pedro da Aldeia, que segue em investigação laboratorial. Os pacientes são monitorados pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde da secretaria. As autoridades de segurança pública já foram notificadas para iniciar as investigações.

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“O governo do Estado já conta com antídotos caso se confirme uma suspeita de intoxicação por metanol. A secretaria segue monitorando esses casos. Já foram criados fluxos de atendimento dos pacientes, e reforçamos nosso compromisso com a saúde da nossa população. Cuidem-se e evitem bebidas alcoólicas que não saibam a procedência”, alertou a secretária de Estado de Saúde, Claudia Mello.

Emergência médica

A intoxicação por metanol é uma emergência médica de extrema gravidade. A substância, quando ingerida, é metabolizada no organismo em produtos tóxicos (como formaldeído e ácido fórmico), que podem levar à morte.

Os principais sintomas da intoxicação são: visão turva ou perda de visão (podendo chegar à cegueira) e mal-estar generalizado (náuseas, vômitos, dores abdominais, sudorese).

Em caso de identificação dos sintomas, é preciso buscar imediatamente os serviços de emergência médica e contatar pelo menos uma das instituições a seguir:

  • Disque-Intoxicação da Anvisa: 0800 722 6001;
  • CIATox da sua cidade para orientação especializada (veja lista aqui);
  • Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo (CCI): (11) 5012-5311 ou 0800-771-3733 – de qualquer lugar do país;

É importante identificar e orientar possíveis contatos que tenham consumido a mesma bebida, recomendando que procurem imediatamente um serviço de saúde para avaliação e tratamento adequado. A demora no atendimento e na identificação da intoxicação aumenta a probabilidade do desfecho mais grave, com o óbito do paciente.

 

Arte/Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil

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