Prefeitura de Campina Grande inicia campanha de vacinação em creches públicas contra o sarampo

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Foto: Codecom - CG
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A Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, inicia nesta terça-feira (19), às 14h, a campanha de vacinação em creches públicas do município. A primeira unidade contemplada foi a Creche Célia Márcia Cirne, no bairro José Pinheiro, que atende 196 crianças.

A ação, conduzida pela Coordenação Municipal de Imunização em parceria com a equipe da Unidade Básica de Saúde Antônio Arruda, será realizada em formato de busca ativa vacinal, com o objetivo de atualizar a situação vacinal das crianças e ampliar a cobertura de imunização no município.

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Ao todo, 43 creches municipais e uma da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) serão atendidas até o dia 5 de novembro. A meta é alcançar 6.689 crianças.

“O objetivo deste projeto é melhorar as coberturas vacinais no âmbito municipal e proteger as nossas crianças das doenças imunopreveníveis. Durante a intensificação das ações, mais de 6 mil crianças terão sua situação vacinal analisada e, mediante autorização dos responsáveis, poderão atualizar o calendário de rotina conforme preconizado pelo Ministério da Saúde”, destacou Samira Luna, coordenadora municipal de Imunização.

As estratégias de vacinação nas creches contam com parcerias intersetoriais entre as secretarias municipais de Saúde, Educação e Cultura, além da UFCG.

Vacina contra o sarampo

A vacina contra o sarampo está disponível para crianças a partir dos 12 meses de idade, adolescentes, adultos até 59 anos e todos os trabalhadores da saúde, independentemente da idade.

A imunização é feita por meio das vacinas tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola) e tetra viral, que também inclui proteção contra a varicela (catapora).

O esquema vacinal de rotina prevê:

  • 1ª dose da tríplice viral aos 12 meses;
  • 2ª dose aos 15 meses, junto com a vacina contra a varicela ou a tetraviral.

Pessoas entre 1 e 29 anos devem ter duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias. Entre 30 e 59 anos, é necessário comprovar pelo menos uma dose. Já os trabalhadores da saúde precisam ter duas doses, independentemente da idade.

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