Ex-técnico da seleção, Radamés Lattari é eleito presidente da CBV por aclamação

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Ex-técnico da seleção brasileira masculina, Radamés Lattari foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). O pleito, realizado nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, foi vencido por aclamação. A chapa Avança Vôlei Brasil, composta também pelo vice Gustavo Toroca, não teve concorrentes.

 

A dupla vai liderar a entidade no ciclo 2025-2029. Na prática, Lattari segue no comando da CBV uma vez que era o vice-presidente de Walter Pitombo Laranjeiras, que faleceu durante o último mandato. Ele morreu no dia 31 de maio de 2023. Em junho, Lattari assumiu a função de presidente.

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“Estou muito feliz de ter sido escolhido para presidir a CBV nos próximos quatro anos. Quero honrar o legado do Toroca, que será sempre uma referência de amor ao voleibol. Tivemos importantes conquistas nos últimos meses, ao lado de atletas, clubes, federações estaduais, parceiros comerciais e toda a equipe CBV”, comentou o presidente.

“Nos Jogos Olímpicos de Paris-2024, o Brasil foi o único país a conquistar medalhas nas duas modalidades, com o ouro de Duda/Ana Patrícia e o bronze da seleção feminina. Mas também buscamos a excelência além das quadras. A CBV aderiu o Pacto Global da ONU, se tornou uma entidade carbono neutro e pela primeira vez recebeu nota máxima no Programa de Gestão, Ética e Transparência do Comitê Olímpico do Brasil”, enumerou.

A votação, por aclamação, aconteceu em formato híbrido. O colégio eleitoral da CBV é formado por 102 integrantes, sendo 27 federações estaduais, quatro atletas das Comissões Nacionais (dois da comissão de voleibol de quadra e dois da de praia), 54 atletas das Comissões Estaduais (dois por unidade federativa, sendo um representando a praia e outro, a quadra), oito medalhistas olímpicos (quatro de praia e quatro de quadra) e nove clubes.

Formado em Educação Física, Radamés Lattari foi técnico da seleção masculina entre 1997 e 2000, incluindo a Olimpíada de Sydney-2000. E também atuou com supervisor da seleção feminina por sete anos. Na CBV, foi inclusive diretor executivo e diretor de vôlei de quadra e de praia.

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