Nesta terça-feira, 30 de janeiro, o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) anunciou a interdição da Maternidade e do Centro Cirúrgico do Hospital Geral de Queimadas. A medida, que entrará em vigor a partir da meia-noite do dia 31 de janeiro, ressalta a situação crítica da saúde na região e coloca em xeque a gestão do governo estadual de João Azevedo e do secretário de saúde, Jhony Bezerra.
A decisão do CRM-PB é um claro reflexo da irresponsabilidade administrativa que permeia a saúde pública no estado. A interdição não apenas impactará o atendimento às gestantes e pacientes que necessitam de procedimentos cirúrgicos, mas também expõe a negligência do governo em relação às condições mínimas de funcionamento dessas unidades hospitalares.
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A população de Queimadas e região, que já enfrenta dificuldades no acesso a serviços de saúde, agora se vê ainda mais prejudicada pela interdição dessas importantes estruturas hospitalares. A situação é um reflexo da incapacidade do governo em garantir um sistema de saúde eficiente e capaz de atender às necessidades da população.
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