Os 158 milhões de eleitores que irão às urnas neste domingo (25) para o segundo turno devem consultar com antecedência o local de votação. A orientação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é que a verificação seja feita pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral antes do deslocamento.
Uma das opções é o aplicativo e-Título, disponível gratuitamente para celulares Android e iOS nas lojas oficiais. Depois de abrir o aplicativo e informar os dados solicitados, o eleitor deve selecionar a opção “Onde votar”. O sistema mostra a zona e a seção eleitoral, além do endereço do local.
O aplicativo também permite traçar uma rota até a seção de votação, facilitando o planejamento do deslocamento. Mesmo para quem já fez a consulta anteriormente, a recomendação é conferir novamente as informações no dia da eleição, caso tenha ocorrido alguma alteração.
Outra alternativa é o Autoatendimento Eleitoral, disponível nas páginas do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Na opção “Onde votar”, o eleitor pode consultar o endereço da seção. A ferramenta também oferece serviços como regularização de pendências, atualização de dados e emissão remota de documentos, sem a necessidade de comparecer a um cartório eleitoral.
O eleitor também pode tirar dúvidas com o ChatVote, assistente virtual da Justiça Eleitoral que utiliza inteligência artificial para orientar sobre serviços eleitorais. O recurso está disponível na página do TSE, no lado esquerdo da parte inferior da tela, identificado pelo desenho de uma urna com olhos.
A votação do segundo turno será realizada em 25 de outubro, das 8h às 17h. Nesta etapa, os eleitores escolherão o presidente da República e, em alguns estados, também o governador. Haverá disputa para o governo estadual no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.
O TSE recomenda que os eleitores, sempre que possível, votem pela manhã. A medida pode garantir mais tempo para o deslocamento caso o local de votação tenha sido alterado.
A Justiça Eleitoral também alerta para mensagens compartilhadas em grupos de WhatsApp e redes sociais com links não oficiais sobre locais de votação. A consulta deve ser feita somente nos canais oficiais do TSE e dos TREs, para evitar informações incorretas.





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