O governo do Peru decretou estado de emergência na capital, Lima, e na província vizinha, enviando tropas para as ruas, após uma série de assassinatos supostamente relacionados a tentativas de extorsão.
A medida foi tomada no final de domingo, após o assassinato a tiros do cantor local Paul Flores. Ele foi morto por homens que atacaram o ônibus em que viajava com sua banda, quando saíam de um show nos arredores de Lima.
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De acordo com representantes da banda, os músicos foram ameaçados por um grupo de criminosos que tentaram extorquir dinheiro deles.
“Foi ordenado que o estado de emergência seja declarado nas próximas horas em toda a província de Lima e na província constitucional de Callao”, afirmou o primeiro-ministro peruano, Gustavo Adrianzén.
Em uma mensagem na rede social X, Adrianzén informou que tropas seriam mobilizadas “para apoiar a Polícia Nacional”, mas não detalhou o número de soldados nem a duração da operação.
A medida foi tomada após uma reunião com a presidente Dina Boluarte, que decidiu antecipar para terça-feira a reunião do Conselho Nacional de Segurança dos Cidadãos, originalmente marcada para dez dias depois.
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