MPT vai apurar morte de motorista de ônibus em João Pessoa/PB

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Foto: Reprodução
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O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) instaurou o procedimento para apurar a morte do motorista Silvano da Silva, que morreu após um incêndio criminoso a um ônibus em João Pessoa. A informação foi confirmada pela assessoria do órgão nesta quarta-feira (2). O crime aconteceu no último dia 18 de julho, no bairro Padre Zé. Um suspeito está preso.

De acordo com o MPT, que trabalha com causas coletivas, o procedimento foi instaurado para investigar as condições de trabalho dos motoristas, a fim de evitar que outros trabalhadores também sejam vítimas – como Silvano da Silva. A investigação parte do princípio de que houve um acidente de trabalho, já que o motorista morreu enquanto exercia sua função.

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O Sindicato dos Motoristas informou que os trabalhadores do transporte coletivo em João Pessoa não recebem um adicional de periculosidade, que é um benefício pago ao empregado exposto a riscos durante a atividade profissional.

Incêndio criminoso

Silvano da Silva, de 48 anos, morreu no último sábado (29) após passar 11 dias internado em estado grave no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Ele dirigia o ônibus que foi incendiado por criminosos no último dia 18 de julho no bairro Padre Zé, em João Pessoa. Silvano teve mais de 50% do corpo queimado.

Investigações

Um homem suspeito de participar do incêndio criminoso foi preso no último domingo (30). A prisão dele foi determinada após a morte do motorista. Ele foi localizado e detido em Bayeux, pela Tropa de Choque da Polícia Militar.

De acordo com o secretário de Segurança Pública, Jean Nunes, o suspeito preso confessou participação no crime. Com o homem, a Polícia Federal apreendeu um galão para gasolina que deve ser periciado.

Material apreendido pela PF com o suspeito do crime. (Foto: Pollyana Sorrentino/RTC)

Novas manifestações

O diretor do Sindicato dos Motoristas, Ricardo Pereira, afirmou que a categoria deve se reunir neste final de semana para discutir a possibilidade de novas paralisações em João Pessoa. “Não vamos deixar cair no esquecimento”, disse.

Fonte: Portal T5

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