João Azevêdo anuncia entrega de moradias, mas beneficiários pagam a conta

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O governador João Azevêdo esteve em Campina Grande para entrega de 144 unidades habitacionais, exaltando que essas famílias agora terão um lar com “dignidade e segurança”. Nas redes sociais, o governo estadual destacou a parceria com o programa federal Minha Casa, Minha Vida e com construtoras privadas, alegando que essa iniciativa está “mudando o conceito de habitação popular”.

Contudo, a realidade enfrentada por muitos beneficiários não reflete a propaganda oficial. Embora o governo afirme que os imóveis receberam um subsídio de R$ 23 mil, um morador relatou ter pago R$ 8 mil de entrada e ainda precisará arcar com prestações mensais de R$ 650 por 20 anos, totalizando mais de R$ 150 mil pelo apartamento.

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A discrepância entre o discurso do governo e a experiência de quem recebe as chaves levanta dúvidas sobre a transparência da ação. Se há um subsídio significativo, por que algumas famílias ainda precisam pagar uma entrada alta? Como se justifica um financiamento tão longo e oneroso para quem deveria estar sendo beneficiado por uma política habitacional popular?

Diante dessas contradições, é fundamental que o governo do Estado esclareça quem realmente se beneficia do subsídio de R$ 23 mil e por que algumas famílias ainda precisam pagar altos valores de entrada e assumir financiamentos tão longos.

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